sábado, 18 de junho de 2011

Morte Moderna


               Há algum tempo atrás eu ainda morava em um cemitério. Um dia lá aconteceram algumas coisas sinistras.
Um homem no meio da noite me avistou. Era um homem bem arrumado, com os cabelos pretos e um celular na mão. Aquele homem me levou até um local no cemitério e me disse que havia chegado minha hora.
Acalme-se! Eu não morri, estou contando esta história.
Só sei que eu pensei, “Esta morte é moderna, hein!”. Fugi para todos os cantos do mundo, mas ele sempre estava atrás de mim. Quando voltei ao ponto que parti, parei para escutá-lo. Ele disse, “Chegou a sua hora de ir ao X-buguer-max!”.
Era um cara que fazia propaganda deste local. Eu fiquei com tanta vergonha que me matei.
Ah... e esta história foi escrita por mim, Charles Marcos Paulo Mendes Madeira Rual Cheiro Bom Bobo Cleuso, antes de eu morrer, claro!


Yasmim Ghellere Roque, 11 anos.




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