Um homem no meio da noite me avistou. Era um homem bem arrumado, com os cabelos pretos e um celular na mão. Aquele homem me levou até um local no cemitério e me disse que havia chegado minha hora.
Acalme-se! Eu não morri, estou contando esta história.
Só sei que eu pensei, “Esta morte é moderna, hein!”. Fugi para todos os cantos do mundo, mas ele sempre estava atrás de mim. Quando voltei ao ponto que parti, parei para escutá-lo. Ele disse, “Chegou a sua hora de ir ao X-buguer-max!”.
Era um cara que fazia propaganda deste local. Eu fiquei com tanta vergonha que me matei.
Ah... e esta história foi escrita por mim, Charles Marcos Paulo Mendes Madeira Rual Cheiro Bom Bobo Cleuso, antes de eu morrer, claro!
Yasmim Ghellere Roque, 11 anos.
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